Fonoaudiologia Depressão
"Caros senhores favoráveis ao Ato Médico, Se o grande problema é "prescrever", por favor, preciso que me prescrevam um tratamento fonoaudiológico para um paciente de 28 anos que após um acidente automobilístico e traumatismo crânio-encefálico, apresentou um quadro de disartria do tipo espástica após lesão no neurônio motor superior. Vale ressaltar, que o mesmo apresenta evidente alteração motora nos músculos distais das extremidades da língua e dos lábios e distúrbio da fala em alguns fonemas, embora as sentenças produzidas sejam gramaticalmente corretas e a compreensão também seja normal. Os fonemas bilabiais, linguodentais e fricativos apresentam-se mais distorcidos do que os outros. O paciente, doutor, também apresenta descontrole da respiração devido à incapacidade de vedação velofaríngea, dificuldade de protrusão de língua, de levantar o véu palatino e controlar os movimentos dos lábios, ausência de diferenciação entre sons surdos e sonoros, voz rouca e baixa, frases curtas, ausência de controle fonorrespiratório, distorção de vogais e hipernasalidade. Se possível, gostaria que o plano terapêutico envolvesse aspectos e técnicas específicas para articulação, respiração, fonação, ressonância e prosódia. Não esqueça doutor, que se trata de um paciente novo e ativo antes do acometimento e portanto, é importante proporcionar a melhora na inteligibilidade da fala, e assim, reduzir o déficit de comprometimento articulatório, desenvolvendo estratégias compensatórias dos acometimentos da respiração, fonação e articulação e facilitar a comunicação com os familiares e amigos. O que posso fazer para estimular todas as áreas afetadas? Onde aplicar os exercícios? Tem duração? tem contra-indicações? exercícios excêntricos, concêntricos, isométricos? quantas séries e repetições? Qual o intervalo entre séries? Devo fazer todos os dias ou não? Algum exercício é contra-indicado? Por favor, doutor... responda essa mensagem com urgência, pois estou com o paciente afastado do trabalho (ele é professor da rede pública de ensino ) e continuo aguardando a "prescrição médica da fonoaudiologia", já que sem a "prescrição médica", segundo o ato médico, não posso fazer nada e nós todos os brasileiros, inclusive os médicos, estamos pagando para ele não trabalhar. Não deixemos esse afastamento virar aposentadoria! Concluindo: Sim ao ato médico, desde que os médicos estudem na faculdade todo o conteúdo que outras 13 profissões da área de saúde têm em seu currículo."
Será que os médicos conseguirão cumprir com êxito essa nova e grandiosa responsabilidade???Muito aspirantes de médicina acreditam ingenuamente no Ato Médico como uma forma de promover a muldisciplinaridade mas como poderia ser considerado como multidisciplinaridade se sempre teremos que ter a autorização de um médico para dar andamento nos procedimentos terapêuticos e depender deles para dizer se um paciente está apto ou não de receber "alta fonoaudiologica"?
Aceitar ou engolir o Ato médico é na verdade estabelecer uma ditadura na saúde, é ser obrigados a aceitar as imposições sem fundamentos dos médicos.Através do relato de alguns médicos conhecidos eles querem manter a hierarquia da médica.Ora,todos sabemos a importância desta nobre área para a saúde, tanto eu como outros profissionais de fisioterapia, terapia ocupacional, psicologia... temos a plena consciência de que não temos a responsabilidade de diagnosticar(me refiro ao Diagnóstico Nosológico) alguém, isso é fato para que essa necessidade de criar uma hierarquia e uma submissão das outras áreas a médicina??
Sinceramente, espero que esse Ato Médico não seja aprovado pois ela significará sim, um retrocesso na área de saúde, uma vez que as varias profissões de saúde devem sim trabalhar de forma unida porém cada um respeitando o espaço e as responsabilidades que lhes cabem.
Extraído do grupo Fonoaudiologia Depressão, pela rede social,Facebook!
"Você já parou para analisar a maneira como você mastiga os alimentos? A mastigação é o primeiro processo da digestão e, se feita de maneira errada, pode causar diversos problemas. No Bem Estar desta terça-feira (3), a endocrinologista Cintia Cercato e a fonoaudióloga Adriana Bueno de Figueiredo explicaram e deram dicas para a mastigação correta. O padrão ideal de mastigação, segundo a Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia, é a bilateral. Ela pode ser simultânea ou alternada, com movimentos verticais e de rotação de mandíbula. A mastigação correta beneficia o tônus muscular da boca e da língua, a saúde dos dentes e o bom funcionamento do sistema digestivo. Além disso, previne as alterações nas arcadas dentárias, os distúrbios da Articulação Temporomandibular (ATM) que podem causar dores crônicas de cabeça, fragmenta os alimentos de maneira correta, o que ajuda na digestão e aumenta a sensação de saciedade. Existem vários motivos que levam a uma mastigação incorreta: correria do...
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